sábado, abril 2

MÃE, às vezes não sei o que pensar de ti, como é que te posso amar e às vezes pensar que te odeio, que te quero muito longe, para poder pensar que não existes?
Sinto-me tão mal por as vezes desejar estas coisas, mas quando os teus berros me provocam lágrimas e sofrimento, só me apetece dizer para desapareceres da minha vida e nunca mais voltares, quando as tuas palavras me ofendem, só me apetece fugir para nunca mais te ver, quando os teus actos me magoam mais por dentro de que por fora, só quero pensar que nunca tive MÃE, e que a tua pessoa nunca existiu no meu mundo.
Mas quando estes momentos acontecem eu nunca consigo ficar chateada contigo por muito tempo, acabo sempre por me lembrar o que tu já fizeste por mim, por tudo o que nós já passamos, e acabo sempre por considerar que talvez tenhas razão e que só queres o melhor para mim. MÃE é graças a ti que sou o que sou hoje, a minha vida sem ti era impossível. Eu amo-te MÃE, da maneira mais pura e verdadeira que pode existir.

5 comentários:

Marisa Ventura disse...

que texto tão bonito e sentido! *

Raqél disse...

Oh, Obrigada querida :)
Adorei o teu texto! Há momentos em que as queremos longe, mas depois percebemos que sem elas não somos nada :| ♥

yasmim disse...

ohm, que querida. obrigada *.*
também vou seguir, e mãe só há uma, por isso é a que temos que amar até ao fim , sentimento esse, puro e único !

yasmim disse...

mesmo princesinha (:

Sara Pinto disse...

este texto está lindo e com muito sentimento *-*
parabéns (: